Blog da Suka


14/07/2007


Comecei no escritório para ser secretária dele. A primeira impressão foi a melhor possível. Uau! Pensei: que gato! Coroa, charmoso, elegante, bonito... E qual foi minha surpresa, quando também se apresentou como a pessoa que me orientaria no serviço.
A princípio, notei uma olhadinha diferente, mas fingi não dar atenção. E aquelas olhadinhas foram, ao longo do tempo, se transformando em algo mais atrevido e já me sentia diferente, em algumas situações.

A noite ficávamos, por algumas horas, sozinhos no escritório. A proposta, a princípio, seria me passar mais detalhadamente o serviço. Estranhei, mas deveria ser procedimento normal. (Apesar de ter gostado e de todas as desconfianças).

Num desses dias, notei que estava, ainda mais, gentil e por que não dizer, carinhoso? Elogiava a maneira de me vestir elegantemente e sensualmente. Dizia que o corte do cabelo caiu muito bem no meu rosto e que meu tom de voz, despertava nele, outros interesses, fora dos profissionais.
A esta altura em que falava, ia aos poucos se aproximando mais e o olhar fulminava o meu. Fui aos poucos, me sentindo dominada e passei também a desejar, que ele se aproximasse ainda mais, que me tocasse...

Foi inevitável! Beijamos-nos como se quiséssemos devorar um, ou outro. As carícias foram ficando cada vez mais, intensas. Aquela voz rouca sussurrava aos meus ouvidos, palavras que me deixavam louca.

E ali, naquela sala do escritório, nos amamos, com paixão, desvairados. Nossos corpos a buscarmos-nos cada vez mais, nos deixavam à sensação de que ainda era pouco, pra o muito que desejávamos. E eu, naquela luxúria e frenesi, não pensei em mais nada. Entreguei-me totalmente e vivi um prazer muito intenso.

Sei que pra ele também foi muito bom. Ainda continuamos a trabalhar juntos. E, sempre que a oportunidade nos aparece, revivemos cada vez mais intensamente, aquele momento.

 

Escrito por suka devi às 12h46
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05/07/2007


 

Naquele instante, deixei que a calça caísse e então, pude sentir o contato direto de nossos corpos, o calor e as gostosas sensações que o roçar de nossas coxas produziam. Em meio ao frenesi, nos buscávamos cada vez mais. A doçura de nossos beijos transformava-se em loucos ardentes desejos. O marulhar parecia acompanhar nossos movimentos, como se marcasse um compasso descompassado, um vai e vem frenético, indefinido, mas com sensações intensas e infinitas. A impressão era que faltavam braços e bocas, para seguir todos os ditames que nossos desejos imperavam.

Mario com a voz entrecortada pelos gemidos dizia:

- Vem meu doce! Deixe-me lhe fazer sentir que sou todo seu... Pegue-me, me conduza... Quero sentir-me todo, nesse corpo gostoso que é tão meu!...

Gemidos e sussurros se misturavam as respirações, que se tornavam cada vez mais, intensas e ofegantes. Todo corpo parecia pulsar, aceleradamente, até que atingimos a plenitude!

Foi tudo muito forte e ficamos um tempo, agarradinhos, esperando que a calmaria voltasse e pudéssemos recuperar o estado normal.

Por alguns minutos, parecia-me estar fora de mim. Mario acariciava meus cabelos e naquele momento, já não eram mais a paixão, o desejo, a sedução, quem reinava, mas o amor através da ternura, e das carícias.

Beijamos-nos longamente. Um beijo suave como a brisa. Ficamos ali, embevecidos, não sei por quanto tempo, até que o avanço da hora sinalizou-nos que deveríamos voltar.

Apesar do vento e do frio, fomos obrigados a uma rápida entrada no mar. Começamos a vestirmos-nos, quando percebemos que a calcinha havia desaparecido. O vento levou-a. Caminhamos, lentamente, de volta até o carro. Mario me apertou em seus braços e retrucou:

- Pena que o vento tenha levado sua roupa.

- Não tem importância. Diante da grandeza desse nosso momento, o que representa uma calcinha?

- Mas... sabe que nunca havia lhe sentido tão minha?

E eu respondi:

- Sei sim! Até porque, da mesma forma, nunca lhe senti tão meu.

Partimos. Enquanto o carro se deslocava, observava a encantadora paisagem e pensei: “aqui ficarão as mais doces e mais loucas lembranças. Que aquela calcinha, enterre na areia e crie raízes, pra que o retorno, seja mais que apenas, uma esperança”.

Confesso que sempre pensei voltar.  E cada vez que lembro, é inevitável não sentir desejos e aquela sensação de plenitude, de realização.

 

Escrito por suka devi às 15h06
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30/06/2007


 

 

Anoitecia. Já no carro, Mario deixava entender, que queria avançar o sinal. No fundo, estava gostando daquelas carícias ousadas. Suas mãos suaves percorriam minhas coxas e me deixavam cada vez mais louca. A brisa suave da noite penetrava por uma pequena abertura da janela. Com jeitinho afastava, ligeiramente, aquelas “mãos bobas” e, ainda bem, “teimosas"!

Durante o trajeto, percebi que as vozes se calavam aos poucos e naquele silêncio, a respiração começava a se fazer, cada vez mais, ofegante.

O mar, ao longo do percurso, era um convite e parecia que Mario, também pensava a mesma coisa. Aos poucos foi encostando o carro e perguntou:

- Quer dar uma esticadinha na areia?

Ávida,  mas com jeitinho inocente, respondi:

- Você acha que podemos, essa hora?

- Não há perigo.

Descemos e caminhamos em silêncio, até um local cheio de pedras. A noite já havia descido. O vento frio arrepiava minha pele e me fazia aconchegar cada vez mais a ele. A claridade, era apenas da lua e das estrelas que refletiam na água do mar.

Cenário perfeito! O marulhar das águas, o luar, a natureza, nós dois, a liberdade, o encantamento, a sedução...

Encostou-se a uma das pedras e com volúpia, me puxou de encontro a ele. As suas mãos começaram a deslizar por todo meu corpo; levemente roçou o bico dos meus seios, me fazendo estremecer de arrepios. Os lábios foram delicadamente, encostando-se a minha boca entreaberta. O beijo parecia querer alcançar a alma.

Nossos corpos ficavam cada vez mais envoltos por sensações intensas. Senti suas mãos desatando os laços da minúscula calcinha. Arrepiei! Enlouqueci!

Num gesto sôfrego, desabotoei sua camisa e voluptuosamente, deixei meus dedos percorrerem todo seu corpo, deslizando suavemente... até certa altura; soltei o cinto que lhe prendia a calça, ali, em êxtase, parei...

Foi quando ouvi sua voz lânguida sussurrar:

- Não pare! Esse é o momento que mais esperei...

 

Escrito por suka devi às 19h58
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29/06/2007


 

 

 

Talvez seja apenas Suka, mas ao longo desses anos entendi, que nada seria, separadamente do resto do meu nome.

 

A minha mãe, jamais soube traduzir e meu pai, nunca explicou o porquê. No fundo eu gosto e acho que agora, mais ainda. Confesso que

em algum momento, me dei ao trabalho de pesquisar e até encontrei. Não importa; eu gostei!

Como mulher, sou o avesso de tudo que se diz regras. Não vim para cumpri-las. Eu cumpro aquilo que meu momento impera.

Tenho a alma livre, leve e solta. Vim pra amar, desejar e sonhar... e, apesar disso, não deixo meus pés saírem do chão.

Amo a liberdade e sou o que sou, pouco importa o que a sociedade pense a meu respeito. Em compensação não a desrespeito.

Dentro do meu lar não preciso de máscaras, apenas sou! Isso me basta.

 

Por aqui, espero contar com vocês para continuar a caminhar.

Beijinhos

 

 

Escrito por suka devi às 15h19
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